A nossa concepção do universo é formada pela capacidade cognitiva de dimensão a que somos deparados no quotidiano. Nada pode ser igualmente infinito ou igualmente restrito, pois varia de ser para ser a concepção de princípio, fim ou conteúdo. Essas variações derivam do crescimento do ser, do seu meio e da sua educação. Claro que uma pessoa que nunca tenha tido contacto com outro universo sem ser o seu, terá uma ideia de medidas e durações completamente diferente de um cosmopolita que tenha contactos constantes com novas dimensões. Os universos não são portanto de dimensões finitas ou infinitas. São sim um fruto do nosso complexo dimencional e uma variação indefinida de tamanho, consoante o ser.
(Deambulantes desvaneios da alma...)