quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Reflexões sobre uma dimensão conclusiva

A nossa concepção do universo é formada pela capacidade cognitiva de dimensão a que somos deparados no quotidiano. Nada pode ser igualmente infinito ou igualmente restrito, pois varia de ser para ser a concepção de princípio, fim ou conteúdo. Essas variações derivam do crescimento do ser, do seu meio e da sua educação. Claro que uma pessoa que nunca tenha tido contacto com outro universo sem ser o seu, terá uma ideia de medidas e durações completamente diferente de um cosmopolita que tenha contactos constantes com novas dimensões. Os universos não são portanto de dimensões finitas ou infinitas. São sim um fruto do nosso complexo dimencional e uma variação indefinida de tamanho, consoante o ser.
(Deambulantes desvaneios da alma...)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Humildade

A maior das façanhas é aquela que não se consegue notar.

O maior dos reis é aquele cuja coroa não se vê.

Na ribalta da vida os maiores mostradores, na penumbra os mais humildes. Mas quando mudamos de teatro, vêm para o palco os retraídos e na sombra quedam os vaidosos.
Uns fumam ópio, outros barbas de milho. O que nem sempre é bom, pois quando o gosto mundano é refinado, o celeste torna-se bárbaro.

Divina providência! Leva-nos os cachimbos e deixa-nos cá a nós!